O ciclo de vida de um edifício é um termo de gestão de imóveis que contempla, para além da elaboração do projecto e construção, todas as vertentes relacionadas com o uso, manutenção, conservação, reabilitação e demolição do edifício.
A presença de patologias construtivas nos edifícios revela a existência de uma enfermidade cujas causas podem ser diversas e que vão desde a etapa do projecto até às condições de uso.
A experiência demonstra que as principais causas que provocam as falhas na envolvente dos edifícios, principalmente em alvenarias e revestimentos, tem sua origem em:
1. Defeitos a nível de projecto;
2. Desconhecimento do comportamento de diversos elementos e materiais;
3. Incompatibilidades dos materiais;
4. Deficiência no controle de execução;
5. Escassez de mão-de-obra especializada;
6. Condições de uso que não foram devidamente previstas;
7. Modificação do destino dos locais;
8. Falta inadequada de manutenção da construção.
Para minorar e corrigir as patologias de construção, a manutenção periódica dos diversos elementos da construção é uma prática aconselhável.
Todo o tipo de manutenção gera custo. Todavia, esse custo deve ser entendido como um investimento de modo a evitar incorrer em custos muito maiores que podem ocorrer a curto e médio prazo.
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