Uma das funções do administrador do condomínio é elaborar o orçamento das receitas e das despesas do condomínio relativas a cada ano.
Para o efeito, devem ser considerados vários tipos de despesas que podem agrupar-se conforme o fim a que se destinam em:
Despesas de utilização
São despesas efectuadas para garantir o normal funcionamento do condomínio, tais como a água, electricidade, substituição de lâmpadas, material necessário para a gestão do condomínio como os livros de actas e de recibos, entre outros.
Despesas de Conservação
São despesas relacionadas com as obras de conservação que devem efectuar-se para evitar a degradação do edifício; obras que devem, de acordo com o Regulamento Geral das Edificações Urbanas, ser feitas de oito em oito anos. Podem incluir, por exemplo, a limpeza e pintura do edifício e/ou a substituição de canalizações danificadas , etc.
Despesas relativas a inovações
São as despesas tidas com a introdução de elementos novos no prédio destinados a trazer um maior conforto na sua utilização, como por exemplo a instalação de uma antena parabólica, de painéis de energia solar, a substituição da porta da entrada por outra mais segura…
Despesas relativas a serviços de interesse comum
São as despesas relativas à utilização e fruição das partes comuns, incluindo ordenados para funcionários afectos ao condomínio ou pagamento de contratos de prestação de serviços de manutenção de elevadores e de outros equipamentos comuns, os contratos de seguros e outros similares.
Tags: conservação, despesas, inovações, orçamento, Serviços, utilização
Fevereiro 4, 2009 às 10:57 am |
Assumi o papel de administradora do meu prédio este ano e, ainda mal comecei, já considero a hipótese de propor que se entregue a administração a uma empresa de administração de condomínios.
Na defesa dos interesses de todos, o administrador é visto por alguns como um “mau gestor” ao elaborar o orçamento do condomínio. Quando o administrador cessante apresentou o orçamento, com as despesas do ano passado, muitos exclamavam “Tanto??!” ou “Gastou-se tanto com a manutenção dos elevadores?”
Não percebo, sinceramente. Os valores não deviam de ser novidade para ninguém, uma vez que estavam previstos quase na totalidade.
Inovações? Para a maioria, nem pensar… Será tão difícil de entender que, além de aumentar o bem-estar de todos, também valoriza as fracções?
Fevereiro 4, 2009 às 6:22 pm |
Can you possibly send information in english please
Fevereiro 5, 2009 às 10:34 am |
Despite our efforts, we can’t yet provide the english version of the newsletter or articles. However, we are trying to do it as soon as possible.