A vida em condomínio por vezes assemelha-se a um mini jogo de futebol. Pense-se, por exemplo, numa assembleia: à hora marcada na convocatória, a equipa começa a chegar, vão-se trocando palavras, fazendo o aquecimento até o “capitão dar início ao jogo”. Vão correndo ideias, driblam-se opiniões, rematam-se soluções, tudo sob a arbitragem do administrador que vai organizando as intervenções dos atletas e registando as suas “jogadas”.
Quando as ideias divergem, por vezes, há jogadores que se exaltam e, ao verem-se confrontados com ideias diferentes das suas, gritam, insultam, por vezes até agridem os “jogadores em campo”. Boicotam um encontro que se quer saudável e útil. Agem como hooligans a derrubar adversários.
Nos momentos em que parece difícil conciliar os interesses pessoais com os da maioria, é preciso perceber que para uma equipa funcionar há que fazer cedências e respeitar todas as pessoas. Então, surpreenda todos com uma inteligência emocional apurada e marque um brilhante “goooolo”, ao apresentar soluções assertivas e compreensivas em prol do interesse colectivo! E depois, no fim de marcarem todos os golos necessários, festeje-se a glória do entendimento, de um condomínio que funciona e onde as pessoas se sentem felizes.
Só eu sei porque fico em casa! Olé! Festeje em grande porque só os campeões têm competência para resolver diferendos no condomínio de forma pacífica e eficaz!
Condoooooooomínio olé! Condooooomínio olé!
Etiquetas: Assembleia, condómino, Condomínio, confronto
Junho 2, 2010 ás 8:29 am |
Não posso concordar mais! É preciso ter muito nível, muita classe, para resistir à má formação de muitos vizinhos. No entanto, nada melhor que um sorriso nos lábios e muita, muita educação… é a melhor arma de combate
Junho 2, 2010 ás 8:30 pm |
Bom…mas há pior.
Há “Hooligans” que nas Assembleias são “pacíficos”, quase não se manifestam. O pior é quando optam por desordem de “face oculta”.
Como já têm tecnologia (internet) usam os conhecidos “SPAM” para dizer aquilo que não tiveram coragem de o fazer em “sede própria”. Então tentam, por essa via, influenciar os “parceiros” do Condomínio para conseguir objectivos para os quais não tiveram a dignidade de “dar a cara”. Cuidado…o perigo vem de onde menos se espera.