Arquivos para a Categoria ‘Segurança’

Utilização dos Extintores em Edifícios

Agosto 25, 2009

O extintor é um equipamento de primeira intervenção no combate a um foco de incêndio em fase inicial de propagação. A substância contida no extintor designa-se por agente extintor.

Os principais agentes extintores são água, espuma, pó químico ou dióxido de carbono (CO2). A carga contida nos extintores à base de água é expressa em litros e os restantes são expressos em quilogramas.

Quanto à mobilidade, os extintores podem ser móveis ou portáteis, podendo estes últimos ser manuais ou dorsais. Os extintores manuais têm um peso igual ou inferior a 20 kgs.

Quanto ao funcionamento, os extintores podem ser de pressão permanente ou pressão não permanente. Nos extintores de pressão permanente, o agente extintor e o gás propulsor, geralmente azoto (N2) estão misturados no recipiente. Nestes extintores existe um manómetro que permite verificar se a pressão interna se encontra dentro dos valores estipulados para o funcionamento eficaz do mesmo.
Nos extintores de pressão não permanente, o agente extintor ocupa apenas uma parte do volume interno do recipiente. Quando se coloca o extintor em funcionamento, o gás propulsor passa através do tubo de descarga e expande se no interior do extintor, indo ocupar o volume da câmara de expansão, misturando se com o agente extintor.

A escolha do agente extintor depende de diferentes factores, nomeadamente da classe de fogos, podendo sistematizar do seguinte modo:

Extintor

Gás: medidas de prevenção de acidentes

Junho 23, 2009

gás. Confie sempre a instalação, reparação e manutenção dos aparelhos (incluindo a substituição de tubos de alimentação) a técnicos de gás devidamente licenciados;

. Se tiver garrafas de gás em casa, mantenha-as a uma distância não inferior a 0,40m de radiadores eléctricos, e não inferior a 1,50 m de fontes de chama;

. Nunca monte esquentadores em casas de banho;

. Não instale garrafas de gás propano no interior da sua habitação;

. Nunca movimente garrafas de gás, mesmo vazias, sem antes fechar o redutor;

. Mantenha as garrafas de gás sempre ao alto;

. Nunca ligue interruptores nem faça lume durante a substituição de uma garrafa de gás vazia;

. Nunca deixe os aparelhos de queima em funcionamento quando tiver de se ausentar: o derramamento de líquidos pode apagar os queimadores, mantendo-se a libertação de gás;

. Feche as válvulas de segurança do contador e de corte do redutor sempre que os aparelhos não estejam em uso ou se ausente de casa.

A manutenção dos elevadores

Maio 4, 2009

ldc_ec-7Os elevadores estão obrigatoriamente sujeitos a manutenção regular, assegurada por uma Empresa de Manutenção de Ascensores que assumirá responsabilidade criminal e civil quer pela deficiente manutenção das instalações, quer pelo incumprimento das normas aplicáveis.

Esta empresa tem o dever de informar o proprietário, por escrito, das reparações necessárias. Caso seja detectada alguma situação de grave risco para o funcionamento dos elevadores, a empresa deve proceder à sua imediata imobilização, dando disso conhecimento, por escrito, ao proprietário e à Câmara Municipal respectiva, no prazo de quarenta e oito horas.

INSPECÇÕES PERIÓDICAS
Os elevadores estão sujeitos não só à manutenção mensal, mas também a inspecções periódicas, com a seguinte regularidade:
. Dois anos:
Em edifícios comerciais ou de prestação de serviços, abertos ao público;
. Quatro anos:
Em edifícios mistos, de habitação e comerciais ou de prestação de serviços;
Em edifícios habitacionais com mais de 32 fogos ou mais de oito pisos;
. Seis anos:
Em edifícios habitacionais não incluídos no número anterior;
Em estabelecimentos industriais;
Nos casos não previstos nos números anteriores.
Sem prejuízo das atribuições e competências legalmente atribuídas ou delegadas a outras entidades, a inspecção aos elevadores é da competência das Câmaras
Municipais.

Cumpre ainda referir que a entidade de manutenção de ascensores assume a responsabilidade, criminal e civil, pelos acidentes causados pela deficiente manutenção das instalações ou pelo incumprimento das normas aplicáveis, pelo que resulta a obrigatoriedade do seguro de responsabilidade civil para estas empresas.

Segurança no Condomínio

Abril 14, 2009

perigoA segurança começa em cada condómino, na observação e respeito das regras que ajudam a prevenir acidentes. Na prevenção de acidentes é muito importante a manutenção periódica feita ao condomínio, detectando avarias e degradação – ou mau estado – de equipamentos e materiais.

Muitos acidentes podem ser prevenidos verificando-se o estado das caixas dos fios eléctricos, devendo estas estar devidamente fechadas, impossibilitando a existência de fios fora das mesmas.

Os vidros rachados ou partidos devem ser imediatamente substituídos, evitando assim que os utilizadores do edifício se cortem. Vidros grandes, susceptíveis de criar a ilusão óptica da sua não existência, devem dispor de meios que denunciem a sua presença, evitando o choque de pessoas e animais contra os mesmos.

Os degraus e corrimões de escadas em pedra devem estar devidamente fixos, evitando quedas.

É aconselhável a colocação de cavaletes a indicar “piso molhado” sempre que se procede à lavagem do chão, evitando-se que as pessoas escorreguem ao caminhar.

As luzes de emergência devem funcionar correctamente.

As portas corta-fogo devem estar em condições de fechar completamente e as saídas de emergência estar livres e desimpedidas.

A sinalização de segurança deve estar correctamente afixada, nomeadamente as placas que sinalizam perigo.

As arrecadações não devem ser utilizadas para armazenar materiais que envolvam riscos de incêndio de carácter mais gravoso do que o inerente aos materiais e equipamentos de utilização doméstica, nem nelas devem ser realizadas actividades de que possa resultar risco significativo de origem de incêndio.

Cada condómino deve respeitar as medidas de segurança impostas por lei, bem assim como as que se considerem, por deliberação da assembleia de condomínio, necessárias e adequadas no caso concreto.

Correcta utilização dos elevadores

Dezembro 10, 2008

elevadorO bom funcionamento do elevador depende, também, da sua correcta utilização.

. Para chamar o elevador, não aperte o botão de chamada várias vezes. Não chame vários elevadores ao mesmo tempo, apenas estará a aumentar o consumo de energia.

. Ao abrir a porta do elevador, verifique se a cabina se encontra no local. Falhas mecânicas podem permitir que a porta abra sem a presença do elevador, o que poderá provocar acidentes.

. Verifique, ao entrar no elevador, se a cabina e o pavimento estão nivelados. Podem ocorrer acidentes devido ao desnível excessivo entre a cabina e o pavimento.

. Ensine as crianças a utilizar o elevador: diga-lhes que as brincadeiras e os movimentos bruscos podem fazer parar a cabina; proíba-as de accionar os botões desnecessariamente e frise-lhes que jamais devem colocar as mãos na porta quando o elevador está em movimento.

. Respeite o peso indicado na cabina. O excesso de peso é perigoso e acarreta o desgaste prematuro do equipamento.

. Não fume no elevador. É expressamente proibido fumar nos elevadores, a fim de garantir a segurança dos seus utilizadores.

. Não bloqueie com objectos o fecho normal das portas dos elevadores.

. Em caso de incêndio, não utilize nunca os elevadores.

. Se o elevador parar entre dois andares, deve manter a calma, accionar o botão de alarme e/ou utilizar o interfone para pedir ajuda. Não force as portas. Se a porta abrir, não tente sair por conta própria: o elevador pode recuperar a sua estabilização e voltar a funcionar, no momento em que estiver a sair.

. Entre e saia devagar do elevador. Não tente entrar no elevador enquanto os demais ocupantes estiverem a sair.

Procedimentos de emergência em caso de incêndio

Dezembro 5, 2008

. Se lhe cheirar a fumo, vir chamas ou ouvir o crepitar do fogo, procure evitar o pânico;

. Avise todas as pessoas da casa e chame os bombeiros, através do 112;

. Faça sair toda a gente de casa, se for preciso;

. Feche o gás;

. Feche as portas atrás de si, para retardar o avanço do fogo;

. Se está num compartimento com a porta fechada, nunca abra essa porta se ela estiver quente;

. Se não vir fumo a sair por baixo da porta e a parte superior desta não estiver quente, abra a porta lentamente. Esteja preparado para a fechar de novo, rapidamente, se houver demasiado fumo ou fogo na divisão seguinte;

. Se o fumo entrar por baixo da porta, mantenha-a fechada e procure calafetá-la com uma toalha molhada;

. Abra a janela para pedir socorro, sair ou respirar;

. Se houver fumo, proteja a boca com um pano húmido e respire através dele;

. Mantenha-se e desloque-se tão perto do chão quanto possível, pois aí o ar é mais respirável;

. Se não poder sair pelos seus próprios meios, assinale a sua presença, para que os bombeiros possam socorrê-lo;

. Caso o seu vestuário se incendeie, não corra. Tape a cara com as mãos e role sobre si mesmo, ou enrole-se numa toalha ou carpete.

 

Se apagar um pequeno incêndio, lembre-se:

. Quando utilizar o extintor, aproxime-se lentamente do foco de incêndio, certifique-se que o fogo não o envolve pelas costas;

. Mantenha-se entre o fogo e a porta de saída, sempre com a possibilidade de escapar;

. Mesmo que consiga extinguir o incêndio, é sempre conveniente chamar os bombeiros, pois eles verificarão se já não existe o perigo de reacendimento.

 

Piscina: segurança pode evitar problemas

Agosto 6, 2008

Alguns condomínios possuem piscina comum.

Para que a piscina seja sempre e apenas motivo de brincadeira e alegria, é preciso ter atenção redobrada às crianças, evitando a possibilidade de afogamento. As piscinas podem ter uma cobertura quando não são utilizadas, impedindo que as crianças caiam à água.

. A vedação da piscina deve ter uma altura mínima de 1,20m, para evitar que as crianças trepem sobre ela, por exemplo, com o auxílio de um banco.

. Se a vedação for constituída por traves ou barras, estas não devem ter uma separação maior de 10 cm, para evitar que a cabeça das crianças passe entre elas.
. Junto da piscina deve existir, bem visível, um número de emergência local, para ligar em caso de acidente.

. Nunca deixe dentro da piscina os brinquedos que as crianças usam. Desta forma, evita-se a tentação para alguma criança voltar ao local sem vigilância, tentar apanhá-los e cair na água

. Nunca deixe as crianças sozinhas na piscina (incluindo as piscinas para bebés), mesmo que apenas por breves instantes.

. Pode, também optar-se, por sistemas de alarme. Não dispensam a atenção dos pais nem de outros sistemas de segurança, mas pretendem completá-los. É o caso do “Safety Turtle” (que funciona através de uma pulseira) ou do “Splash Buzzer” (que funciona através de um colar). Ambos emitem um sinal de alarme quando a criança cai à água ou sai do perímetro de vigilância.

É importante ter sempre em conta que com as crianças todo o cuidado é pouco!